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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

PESQUISADORES DE HARVARD LANÇAM NOVO GUIA ALIMENTAR

Guia busca superar as falhas de seu antecessor, o MyPlate, lançado este ano pelo governo dos Estados Unidos.


Um novo guia alimentar lançado por pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard promete ser o substituto da tradicional pirâmide alimentar. O Healthy Eating Plate - HEP (Prato de Alimentação Saudável, em tradução literal) é um modelo visual que indica quais são as melhores opções para tornar a refeição saudável. Assim como o MyPlate, o guia alimentar lançado pelo governo dos Estados Unidos neste ano, o HEP é simples e fácil de entender. Aproveite a tradução que fizemos com várias dicas práticas para melhorar seus Hábitos Alimentares e de sua Família!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

EXERCÍCIOS FÍSICOS SEM UMA ALIMENTAÇÃO ADEQUADA NÃO SUPRIRÃO SEUS OBJETIVOS



Todos nós sabemos que para se ter uma melhor qualidade de vida é fundamental a mudança de hábitos alimentares e a prática de atividades físicas, portanto, se você almeja um corpo musculoso, definido ou atlético, sua alimentação também deve ser adequada, não adianta apenas malhar, correr, puxar peso, fazer abdominais de to...das as maneiras possíveis, sem cuidar da alimentação.
Exercícios físicos quando praticados regularmente são fundamentais para uma vida saudável e para melhores resultados devemos adequar nossa alimentação ao tipo de exercícios que praticamos, além da promoção da saúde não podemos nos esquecer que esse é o caminho mais seguro, saudável e eficaz para quem busca perder peso.

Vale lembrar que a prática de atividades físicas não está relacionada apenas a prática de esportes ou há horas exaustivas em academias, você pode adequar uma atividade que condiga ao seu estilo de vida, que ao mesmo tempo em que seja benéfica seja também prazerosa, como uma caminhada, hidrogisnática, dança, entre outros.

Cada vez mais pessoas estão se conscientizando quanto à necessidade de uma alimentação saudável, por isso é comum aos praticantes de atividades físicas aliarem uma alimentação compatível ao seu estilo de vida, potencializando assim as atividades físicas.

Então se você começou algum exercício físico recentemente, comece a maneirar naquilo que você tem comido, para que o corpo desejado possa ser alcançado mais rapidamente. Pois uma nutrição adequada além de melhorar seu desempenho físico ainda aperfeiçoa os resultados.

Durante as refeições busque variar nos alimentos, lembrando que uma alimentação equilibrada é aquela composta pelo consumo de vários grupos de alimentos, dentre eles os cereais, legumes, verduras, frutas, leguminosas, carnes, leites e seus derivados.

Mas nada de exageros, de dietas malucas e regimes com poucos carboidratos, pois acima de um corpo bonito é preciso preservar a sua saúde. Não adianta possuir um corpo bonito, atraente, sem estar com sua saúde e resistência sempre boas e fortalecidas.

Fonte:http://www.facebook.com/#!/pages/Reeduca%C3%A7%C3%A3o-Alimentar/173760966014860

domingo, 26 de dezembro de 2010

COMER DE FORMA SAUDÁVEL SIGNIFICA TER VIDA MAIS LONGA

de David Menezes, el Domingo, 26 de diciembre de 2010 a las 14:09


As principais causas de morte mudaram de doenças infecto-contagiosas para doenças crônicas como doenças cardiovasculares, câncer e diabetes. Estas doenças podem ser afetadas diretamente pela dieta e estilo de vida. Em um estudo publicado na edição de janeiro de 2011 do Journal of American Dietetic Association, os pesquisadores investigaram dados empíricos sobre as associações dos padrões alimentares com a mortalidade através da análise dos hábitos alimentares de mais de 2.500 adultos entre as idades de 70 e 79 ao longo de dez anos. Eles descobriram que as dietas baseadas em certos alimentos foram associados à redução da mortalidade. 


Até 2030, estima-se que 973 milhões de adultos terão 65 anos ou mais em todo o mundo. O objetivo deste estudo foi determinar os hábitos alimentares de um grande grupo e diverso de adultos idosos, e explorar as associações destes padrões alimentares com a sobrevivência durante um período de 10 anos. Um objetivo secundário foi avaliar a qualidade de vida dos participantes e seu estado nutricional de acordo com seus hábitos alimentares.


Ao determinar a freqüência do consumo de 108 diferentes itens alimentares, os pesquisadores agruparam os participantes em seis grupos diferentes de acordo com as escolhas alimentares predominantes:
• "Alimentos saudáveis" (374 participantes)
• "Produtos lácteos com alto teor de gordura " (332)
• "Carne, frituras e álcool" (693)
• "Cereal matinal" (386)
• "Grãos refinados" (458)
• "Doces e sobremesas" (339)

Aqueles que tinham uma dieta baseada em "alimentação saudável" comeram produtos lácteos com baixo teor de gordura, frutas, grãos integrais, peixe, aves e legumes. As pessoas do grupo também tinham estilos de vida saudáveis, fumavam menos e eram mais ativos do que os outros participantes. A pesquisa revelou que este grupo reduziu seu risco de mortalidade em 10 anos.

Fonte:  Older people who eat healthy diets 'lead longer lives'
http://www.sciencedaily.com/releases/2010/12/101222071727.htm

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Comer à noite engorda?







Para muitos, quando o sol se põe, com ele se vai sua força de vontade. Muitas pessoas mantêm  seus  hábitos alimentares razoáveis durante o dia, somente para comer alimentos muito  calóricos em  grande quantidade à noite. Há, entretanto, uma solução simples. Você pode controlar seu apetite à noite comendo um lanche saudável e nutritivo.
Dr Luigi Gratton







Deixando o mito de lado

Você já deve ter ouvido falar alguma vez que comer na parte da noite é prejudicial. Entretanto, não há evidência científica conclusiva que prove que as calorias ingeridas à noite sejam metabolizadas de forma diferente daquelas ingeridas em outros momentos. Portanto, não é o momento do dia que leva a ganhar peso, mas sim à ingestão de calorias totais diárias como um todo. Não importa se você está comendo de manhã ou à meia noite, seu corpo transforma qualquer caloria extra em gordura.




A alimentação durante a noite


Metabolicamente falando, nosso corpo tem menor necessidade de calorias à noite. Entretanto, algumas pessoas comem mais durante o jantar do que em qualquer outra refeição. Mas há motivos que fazem com que esses padrões não saudáveis sejam tão comuns. Algumas pessoas não comem o suficiente durante o dia, causando uma queda nos níveis de açúcar no sangue, o que pode levar a consumir demais à noite. Outros estão simplesmente abusando como forma de uma saída emocional para o estresse ou para rebater o tédio.

Nós tendemos a impensadamente buscar “alimentos inadequados” durante atividades sedentárias tais como assistir televisão ou usar o computador. Esses alimentos contêm grandes quantidades de açúcar e gordura saturada, o que pode levar ao ganho de peso, insônia, indigestão ou ainda problemas de saúde mais sérios.


Lanches adequados

É muito importante não ficar em jejum por muito tempo para que os níveis de açúcar do sangue não fiquem muito baixos. Por isso, os especialistas em nutrição recomendam lanches leves e nutritivos entre as refeições principais.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

20 TROCAS QUE VALEM A PENA


1 Pão francês por integral Eis uma forma de começar o dia protegendo as artérias. A massa integral presenteia o organismo com boas doses de fibras. Esse ingrediente serve de alimento a bactérias aliadas que moram no intestino. Bem nutridas, algumas delas fabricam mais propionato, uma substância que tem tudo a ver com os níveis de gordura na circulação. “Ao chegar ao fígado, ela diminui a produção de colesterol”, explica a gastroenterologista Jacqueline Alvarez-Leite, da Universidade Federal de Minas Gerais. Com isso, cai também a quantidade dessa partícula no sangue.


2 Leite integral por desnatado Esse esquema garante a entrada do cálcio, tão caro aos ossos, sem um bando de penetras gordurosos. A bebida desnatada tem o mesmo teor do mineral, com a vantagem de ostentar menos ácidos graxos saturados. O excesso desse tipo de gordura eleva os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. “Isso porque reduz o número de receptores que captam LDL nas células”, ensina a nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Se esse mecanismo não funciona direito, o colesterol vaga no sangue, pronto para se depositar na parede das artérias.



3 Óleo de soja e outros por azeite O ganho dessa troca vem da combinação entre gorduras benéficas e antioxidantes que povoam o óleo de oliva. Uma de suas vantagens é fornecer doses generosas de ácidos graxos monoinsaturados. “Eles não aumentam os níveis de LDL e ainda ajudam a erguer um pouco as taxas de HDL, o colesterol bom”, afirma o cardiologista Raul Dias dos Santos, do Instituto do Coração de São Paulo. “Além disso, os compostos fenólicos do azeite evitam a oxidação do colesterol, fenômeno que propicia a formação das placas”, completa Jorge Mancini, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo.


4 Pizza de mussarela pelas de vegetais A ideia pode não agradar aos fãs mais puristas das pizzarias, mas presta um enorme serviço aos vasos sanguíneos. Deixar camadas e mais camadas de queijo de lado de vez em quando significa podar gordura saturada do cardápio. Como você viu, ela protagoniza o disparo do LDL, o tipo perigoso do colesterol. Substituir a mussarela ou a quatro queijos pelas redondas cobertas de vegetais é uma saída para degustar pizzas sem receio. Opções não faltam — vale pizza de escarola, de rúcula, de brócolis e até de abobrinha. E elas oferecem um bônus: pitadas de fibras e antioxidantes.

5 Salgadinhos por castanhas Essa troca é destinada àquele momento em que pinta a fome no meio do dia. Solução fácil, mas nada saudável, seria recorrer aos salgadinhos ou biscoitos recheados, petiscos que costumam contar com gordura trans em sua receita. “Ela não só faz aumentar o LDL como ainda contribui para derrubar o HDL”, alerta Ana Maria Lottenberg. Para escapar da malfeitora, aposte nas castanhas e nas nozes — legítimos depósitos da gordura monoinsaturada, que faz exatamente o trabalho oposto. “As oleaginosas ainda são fontes de antioxidantes”, lembra Jorge Mancini.


6 Cereais açucarados por aveia A aveia tem fama de ser um dos cereais mais nutritivos do planeta. Por isso merece um espaço logo no café da manhã — seja na forma de flocos, seja no mingau. Um estudo da Universidade Federal de Santa Catarina comprova, mais uma vez, sua capacidade de cortar a gordura que sobra no sangue. “A aveia é rica em betaglucanas, fibras fermentadas no intestino e capazes de regular a síntese de colesterol”, explica a autora, Alicia de Francisco, que também é coordenadora para a América Latina da Associação Americana de Químicos de Cereais. “Observamos que elas ainda aumentam o HDL.”

7 Bauru por peito de peru e queijo branco Calma, não pretendemos condenar ao ostracismo um lanche tão tradicional como o bauru. O problema é que ele deixa a desejar se as taxas de colesterol já rumam aos céus. Basta averiguar seus ingredientes: queijo prato e presunto, redutos de gordura saturada e colesterol. Que tal substituí-lo por um sanduba de peito de peru e queijo branco, que é mais esbelto do que seu congênere? Experimente. Só é preciso ficar atento ao tamanho do lanche. Ora, uma gigantesca baguete recheada pode fornecer mais calorias e gorduras do que um bauru de porte modesto.


8 Camarão por peixe Convenhamos: frutos do mar não são tão frequentes no prato do brasileiro. Mas vale ficar atento durante aquela viagem à praia para não se abarrotar de camarões. Eles encabeçam o ranking marinho de colesterol — são 152 miligramas da gordura em uma porção de 100 gramas. Ou seja, quase o triplo do que é oferecido pela mesma quantidade de um peixe gordo como o salmão. Esse pescado se sai melhor também por outro motivo: ele é carregado de ômega-3. E uma nova pesquisa da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, revela: o ômega diminui a captação de LDL pela parede das artérias, prevenindo as placas.
9 Picanha por lombo O porco não é mais gordo que o boi nem o boi é mais gordo que o porco. Tudo é uma questão de corte. Há peças bovinas com menos gordura saturada, caso da alcatra e do filé mignon, e há aquelas parrudas, como a picanha e o cupim. O mesmo raciocínio se aplica à carne suína: o lombo é mais magro que o pernil. Mas saiba que há medidas para retalhar o possível malefício de qualquer corte rechonchudo. “Limpe a peça antes de cozinhá-la, retirando toda gordura aparente”, ensina Ana Maria. Até porque, apesar de a gente não ver, altas doses do nutriente já estão emaranhadas na carne.




10 Manteiga por margarina Elas mantêm uma rivalidade histórica e ainda suscitam debates entre os experts. No duelo em prol de artérias saudáveis, porém, a margarina leva certa vantagem, porque não conta com a famigerada gordura de origem animal e o colesterol. Nos últimos anos, a indústria tem acrescentado componentes à sua fórmula para torná-la mais benéfica. Entre eles, destaque para os fitosteróis, que facilitam a expulsão do colesterol pelas fezes. “Os produtos enriquecidos com essa substância são indicados a quem já tem colesterol alto”, avisa Ana Maria.

11 Quindim por compota de frutas Os doces costumam ser condenados por carregarem açúcar demais. Quando a discussão envolve colesterol, porém, o açúcar pesa menos do que outro ingrediente comum em quindins, brigadeiros e bolos: a gordura. A manteiga, o creme de leite e outros ingredientes gordurosos que dão consistência aos quitutes levam consigo ácidos graxos saturados, que alavancam as taxas de LDL. Não à toa, os especialistas aconselham trocar esse tipo de sobremesa por opções que, sem perder o sabor adocicado, são desengorduradas. O melhor exemplo são as compotas de frutas. Só não vale, é claro, abusar.

12 Suco de laranja pelo de uva Essa é para matar a sede e resguardar o peito. É na casca da uva que está um parceiro do coração, o resveratrol. “Ele atua na redução do colesterol e tem efeito antioxidante”, diz a bioquímica Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. Ao impedir que as partículas de LDL se oxidem, a substância evita indiretamente que elas grudem na parede do vaso. Ao contrário do que muita gente pensa, o resveratrol não é exclusivo do vinho. O suco de uva natural e feito na hora (com casca, por favor!) também o disponibiliza ao organismo.

13 Chá de ervas por chá-mate Não é campanha contra a receita da avó, mas as infusões à base de camomila e afins perdem feio para o mate se o assunto é colesterol. Que o digam cientistas da Universidade Federal de Santa Catarina, que avaliaram as propriedades dessa erva típica do sul do país. “Notamos uma queda de 8,5% nos níveis de LDL em voluntários com taxas normais e uma redução extra de 13,5% em pessoas que tomavam remédios para abaixar o colesterol”, conta o farmacêutico Edson Luiz da Silva, que liderou a pesquisa. A proeza vem das saponinas, moléculas presentes no mate. “Elas diminuem a absorção do colesterol no intestino, favorecendo sua excreção pelas fezes”, explica.

14 Cebola branca por cebola roxa Essa troca pode ser estendida à alface e ao repolho: prefira sempre o roxo. As hortaliças com essa cor abrigam um pigmento que aplaca o colesterol, a antocianina. “Experimentos feitos em animais no nosso laboratório mostraram que ela reduz consideravelmente a concentração da gordura no sangue”, conta a professora Tânia Toledo de Oliveira, da Universidade Federal de Viçosa. “A substância inibe uma enzima que participa da síntese de colesterol no fígado, além de aumentar sua eliminação do organismo.” Morangos e cerejas, saiba, também são reservas de antocianinas.

15 Molho branco pelo de tomate O macarrão é o mais inocente por aqui. Quem incentiva ou não a escalada do colesterol é o molho — sempre. O branco é bem gordo. Em 2 colheres de sopa encontramos 4,5 gramas de gordura. Como o preparo exige creme de leite e queijo, o prato fica cheio de ácidos graxos saturados. Uma bela macarronada ao sugo não guarda esse perigo. Nas mesmas 2 colheres de sopa, há somente 0,1 grama de gordura. “Apenas procure usar o molho de tomate feito em casa e evitar a manteiga no momento de refogá-lo”, orienta a nutricionista Ana Maria Lottenberg. E, se possível, opte pela massa integral.

16 Chocolate ao leite pelo amargo O doce de cacau se notabilizou como um amigo do sistema circulatório. Mas não é todo chocolate que, de fato, prova sua amizade às nossas artérias. O tipo que merece respeito é o amargo. “Ele possui menos gorduras saturadas que o branco e a versão ao leite”, afirma a nutricionista Vanderlí Marchiori, colaboradora da Associação Paulista de Nutrição. “Sem falar que fornece catequinas, substâncias que ajudam a sequestrar o LDL e impedir sua oxidação”, diz. Mas fique atento ao rótulo: amargo de verdade tem mais de 60% de cacau em sua composição.
17 Sal por ervas e alho Está em suas mãos uma maneira de preservar os vasos sem deixar a comida ficar insossa: em vez de exagerar no sal, ingrediente que patrocina a hipertensão, use a imaginação e as ervas aromáticas, além de alho. “Ele tem compostos capazes de controlar o colesterol”, exemplifica Vanderlí. E ervas como o orégano e o alecrim merecem ser convidadas à cozinha por causa do seu poder de fogo contra a oxidação, um fenômeno que, você já sabe, não poupa o LDL, tornando-o ainda mais danoso para as artérias. Mas essa ação pode minguar quando os ingredientes são expostos a temperaturas elevadas. Procure acrescentá-los nos minutos finais do cozimento.


18 Frango com pele pelo frango sem pele Muita gente pensa que basta despir uma coxa de frango assada no prato para se livrar de um boom de colesterol. Ledo engano. “Retirar a pele é, sim, fundamental, mas isso deve ser feito antes de levar a carne ao fogo”, esclarece a nutricionista Cláudia Marcílio, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. “Quando submetidos ao calor, a gordura saturada e o colesterol da pele conseguem se dissolver e penetrar na carne”, justifica Ana Maria. Aí, será tarde…

19 Queijo pelo tofu A intenção não é jogar mais pedras sobre o parmesão, o provolone e até o minas, mas abrir espaço ao tofu, que é feito de soja. Ele é uma preciosidade porque concentra o que o grão tem de melhor: proteínas e isoflavonas. “A proteína da soja aumenta a atividade de receptores que colocam o LDL para dentro das células e inibe a principal enzima responsável pela produção de colesterol”, explica a nutricionista Nágila Damasceno, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. E as isoflavonas não só potencializam a queda do LDL como evitam sua oxidação.

20 Pipoca de micro-ondas pela de panela Faz toda a diferença investir um tempo a mais para estourar o milho no fogão. “É uma forma de controlar a quantidade de gordura no preparo, porque no produto de micro-ondas ela já é fixa”, argumenta a doutora em ciência dos alimentos Maria Cristina Dias Paes, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Sete Lagoas, no interior de Minas Gerais. A versão que ganha na praticidade perde pontos porque carrega ácidos graxos saturados e trans. “Na panela, dá para usar um óleo mais saudável, como o de canola”, diz Cristina. Daí, você aproveita as fibras do milho, deixando seu colesterol em paz.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Matérias na ISTOÉ e VEJA (nov/2010)

Para quem ainda não acredita que a receita para uma vida saudável está na alimentação equilibrada e nutritiva, vale a pena ler as matérias das revistas ISTOÉ e VEJA. E mais ainda, para aqueles que não acreditam nos produtos nutricionais da Herbalife como aliados da boa alimentação!